quarta-feira, 20 de maio de 2026

Mas, o que é preciso para ser uma Acompanhante, Sugar Baby ou Camgirl?
 
Não basta somente ter uma boa webcam ligada a seu computador para conseguir fazer sua carreia de camgirl alavancar e, como resultado, render ótimos lucros, afinal, muitas das mulheres conseguem ganhar de quatro a 20 mil reais por mês.


Ser uma camgirl significa estar disposta a conhecer o próprio corpo, deixar a timidez de lado e perceber de que forma a sensualidade melhor lhe cabe de acordo com o seu perfil e desejos, se descobrindo cada dia mais bonita e sexy.
Uma camgirl tem de estar sempre disposta a conhecer mais do universo erótico e gostar disso, ter interesse e curiosidade em descobrir todos os pormenores da sexualidade humana, experimentar coisas novas, empoderando-se sobre seu corpo, sua forma de sentir e proporcionar prazer.
 

Precauções
Mas, para entrar no universo do sexo ao vivo, é necessário que a mulher tome alguns cuidados, entre eles, a escolha do site que irá criar seu perfil.
Conferir a credibilidade do site e idoneidade dos responsáveis, saber como é efetuado o pagamento, até mesmo perguntando para outras usuárias se é feito em dia e corretamente, são algumas das preocupações que a camgirl deve ter.
Além do mais, é importante que o site tenha uma política de uso e sigilo, a qual os usuários devem seguir a risca com a possibilidade de punição caso isso não ocorra, visando um melhor relacionamento entre o usuário e a camgirl.

A origem e o significado dessa palavra são bastante interessantes, afinal ela tem sua origem no latim, e em seu formato original “facticius” a palavra significava algo que é artificial ou fictício, que podemos atribuir poderes mágicos ou sobrenaturais.

A mulher interessada em vender as suas calcinhas deve fotografar sua calcinha em seu corpo e enviá-la para o nosso e-mail com o título: Quero vender minhas calcinhas - segue foto.  Divulgaremos as sua(as) fotos nesse blog/site e em site de classificados pela internet...

Tania - a vizinha


Eu tinha acabado de sair de um namoro de aproximadamente 1 ano, morava de aluguel em Florianópolis e a dona da casa era minha vizinha, uma coroa, solteira, tinha uns 40 anos, morena de academia, muito gostosa. Ambos tínhamos vida sexual bem ativa, minha namorada vinha em minha casa com frequência e Tânia, a dona da casa onde eu morava, vivia recebendo visitas de garotos mais jovens, também com bastante frequência. 

Eu morria de tesão por ela, e apesar de sermos vizinhos de cerca, nós nos víamos muito pouco, eu trabalhava e estudava e só tinha a oportunidade de vê-la nos fins de semana, era sempre sábado a tarde, Tânia colocava um bikini fio dental e ficava por um tempo a beira de sua piscina no quintal de sua casa. 

Nós sempre nos falávamos quando possível, mas eram sempre assuntos cotidianos e eu já não aguentava mais, eu queria transar com ela de qualquer jeito, até que um dia eu a encontrei em um bar na lagoa da Conceição, ela estava acompanhada de duas amigas, era um bar que eu sempre frequentava com meus amigos e eu nunca tinha visto ela por lá, nesse dia eu estava sozinho e decidi ficar por lá apenas pra ver o que aconteceria, fiquei jogando sinuca e de repente as duas amigas que a acompanhavam se despediram e foram embora, já eram umas 22h00 e fazia frio no dia. 

Me aproximei e pedi uma bebida pra gente, sentei do outro lado da mesa, de frente pra ela, conversamos um pouco e mesmo ela sabendo que eu estava solteiro, perguntou da minha ex, se ainda estávamos juntos? claro que ela já sabia a resposta, eu disse ironicamente que ela havia me abandonado, nessa hora ela estendeu a perna e descansou seu pé em meu pau, fiquei maluco com a situação, se pudesse a foderia ali mesmo, pagamos a conta e saímos dali no meu carro, eu sem saber direito pra onde ir e sem conseguir pensar direito, pois a safada não parava de punhetar minha rola, rodei por uns 15 ou 20 minutos até que parei na praia do Moçambique, já eram quase 23h e a praia estava deserta, a não ser por uns hippies que estavam acampados a mais de 1km de distância, mas à aquela altura nada importava, sai do carro e coloquei ela de bruços no capô do carro, levantei o vestidinho justo que ela usava e comecei mordendo aquela maravilha de raba, afastei a calcinha e comecei a chupar, bucetinha cheirosa.. ela gemia de tesão, estava completamente melada, exalando a sexo.. a puta tinha uma bunda linda, estava na ponta dos pés, toda empinadinha, estava quase sem voz tamanho era o tesão, baixei a calcinha, me levantei e abracei ela por trás, tirei as alças do vestido e deixei-a seminua, ela implorava pra mim meter.. fiz seu desejo.. empurrei-a de volta ao capô do carro, e massageei sua xaninha com a cabeça da minha rola, ela rebolava e pressionava sua bunda em minha direção, ela tava doida.. pus minhas mãos em seu quadril e penetrei bem devagar, como era gostosa.. bucetinha carnuda e quente.. parei por um segundo e fui até o fundo.. eu queria curtir aquele momento, tirei pela última vez e quando penetrei novamente, comecei a socar na safada.. os gemidos e aquela linda bunda com marquinha de bikini me deixavam louco.. a safada rebolava igual uma cadela, nossa sincronia era num ritmo alucinante, nunca ninguém tinha dado pra mim daquele jeito, com certeza ela sabia o que estava fazendo, quase gozei.. tirei meu pau e instintivamente dei um tapa naquela bunda deixando um hematoma por conta do frio, a safada não me deixava respirar, se virou e começou a chupar minha rola.. como era habilidosa.. mamava como poucas.. a puta levantou, me deu um beijo bem safado, e disse em meu ouvido "goza no meu cuzinho", ela voltou pra posição e abriu sua bunda com as duas mãos, lubrifiquei a portinha do cuzinho com a língua e empurrei a rola bem devagarinho.. que delícia.. como era apertada.. ela tava paradinha, eu sabia que se eu desse poucas metidas eu já gozaria, a safada começou mastigar minha rola com o rabo.. ela tava apertando meu pau, aquilo era uma delícia, aguentei por alguns minutos e enchi a raba dela de leite. Voltamos e ao chegar em casa a safada me convidou pra tomar um banho.. eu já tava pronto pra outra, entramos no chuveiro e ela devorou minha rola.. eu tava prestes a viciar na boca daquela mulher.. a mulher era insaciável.. não queria mais parar de foder.. peguei ela de quatro.. por trás.. de lado.. até que a safada pediu pra cavalgar, e como era gostosa, e como a safada quicava.. a puta sentou até embaixo e começou a se masturbar com minha pica dentro dela, como era lindo ver ela gozar.. eu sentia a bucetinha melada se contraindo.. afastei a safada e meti com tanto tesão que gozamos praticamente juntos.. enchi a bucetinha dela de leite.. que foda inesquecível!! Passamos a transar toda semana... Mas a primeira, foi incrível, com certeza a melhor!

Meu marido adoraria me ver transando com outro homem...

Meu marido foi o primeiro homem da minha vida. Quando nos casamos eu tinha 19 anos e ele 22. Tínhamos um casamento daqueles considerados certinhos. Eu achava que aquilo era tudo, mas sentia meu marido inquieto, parecia lhe faltar algo.

As nossas transas foram diminuindo e esfriando nosso relacionamento. Um dia quando estávamos na sala e eu louca pra dar uma, e ele nem aí, comecei a desconfiar que ele tivesse outra. Fiquei preocupada que ele estava me rejeitando por causa de outra, mas me contive e de uma maneira bem carinhosa, alisando ele, perguntei:
- Amor, você não me ama mais?
Ele se virou pra mim e disse:
- Amor, de onde você tirou isso? Claro que te amo!
- Tô sentindo que você está distante, parece me rejeitar! Seja sincero... você tem outra? - insisti.
- Claro que não, amor, só tenho você!!!

Então eu o abracei e disse:
- Então seja sincero comigo e me diga o que tá acontecendo. Seja o que for, vamos procurar resolver juntos.
- Se eu te falar tenho certeza que você não vai concordar! - meu marido respondeu.

- Seja o que for, fale, quem sabe eu não concordo. Mas se é pra ver você feliz, quem sabe!!! - falei, toda carinhosa com ele.

Depois de mais de cinco anos de casados, um casamento que eu achava perfeito, ele soltou uma bomba. Começou a insinuar que adoraria me ver transando com outro homem, que adoraria que eu o fizesse corno. Essa revelação me deixou arrasada e com muita raiva no começo, pois pra mim aquilo era a revelação de que ele não me amava.

Como poderia o marido que eu achava perfeito, desejar me ver embaixo de outro homem e sendo fodida por ele? Aquilo não entrava na minha cabeça de jeito nenhum. Fiquei com muita raiva, chorei muito e até passei a dormir sozinha em outro quarto, e não falei mais com o meu marido por uns dois meses, a não ser o necessário.

Depois voltamos às boas, mas ele não tirou essa ideia da cabeça e continuou falando sobre o assunto, motivo de várias discussões entre nós. Depois de alguns meses, quase um ano, de tanto ele falar de como gostaria que fosse, e me mostrar várias páginas de contos eróticos de traição/corno a ideias e sugestões, fui entrando na dele e até acabei aceitando a ideia, o que deixou meu marido muito contente.

Até então, eu estava irredutível, pois sempre fui uma esposa fiel e só havia transado com ele. Mas ele me convenceu que não seria traição porque ele estava consentindo que eu transasse com outro homem. No fundo, aquela ideia já estava despertando o meu tesão.

Comecei a imaginar eu na pica de outro homem, sendo fodida e devorada e ele vendo tudo. Passei a ler os contos do gênero, que me despertavam cada vez mais tesão e desejo, e cada conto que eu lia me deixava com a buceta melando. Depois a gente trepava gostoso imaginando aquela situação e gozávamos feito dois tarados.

Eu já não sentia raiva nem repúdio, só aquela vontade louca que tudo viesse a se realizar o mais rápido possível. Mas a primeira transa com outro homem aconteceu sem a presença do meu marido, mas com o consentimento dele.

Começamos a entrar em sites de relacionamentos e bate-papo. Tive muitos pretendentes, mas nenhum me agradou de fato. A coisa só engrenou quando encontrei uma amiga muito querida, e que eu não via há muito tempo e que agora já estava casada com um homem gostoso, que só de pensar eu fico toda arrepiada.

Nossos maridos ficaram amigos e passamos a frequentar a casa um do outro, passamos a sair juntos para bares e festas, baladas, etc, e ficávamos muito à vontade, pois ele eram muito divertidos.

Comentei com meu marido sobre o marido dela, e disse que ele era um pedaço de mau caminho, que com ele eu toparia dar uma trepada e meu marido ficou animado com a possibilidade de me ver espetada na pica daquele macho da minha amiga.

Os dias se passaram até que eles apareceram em nossa casa, e nos convidaram pra irmos a uma boate. Falei que não iria, pois meu marido iria sair de viagem, mas ele antecipou e disse que eu poderia ir com eles e que eu poderia me divertir sem ele, e não via nenhum problema. Em seguida ele me deu uma discreta piscadinha, e me disse ao ouvido:

- Se surgir uma oportunidade, quero ser corno hoje!
Acertei com minha amiga que eles passariam à noite pra me pegar. Fomos à tal boate e acabamos bebendo um pouco além da conta. Logo o marido da minha amiga me chamou para dançar com ele.

Fiquei pensativa por um instante e disse que não, mas minha amiga me incentivou, e com um sorriso disse:
- Pode ir, sua boba!... Vai... eu deixo!
Ela falou isso e acabei aceitando.

Confesso que fiquei surpresa com o incentivo dela. Parecia que ela já sabia o que iria acontecer, e estava dando uma forcinha, me empurrando para os braços do marido, que já parecia mal intencionado.

Bastou a gente sair pro salão e ele começou a flertar comigo. Começamos a dançar e ele a falar ao meu ouvido que eu era muito gostosa, e que ele tinha um tesão enorme em mim. Como a música era um pouco lenta e dançávamos coladinhos, isso facilitava pra ele cochichar em meu ouvido enquanto alisava o meu corpo, e especialmente minha bunda.

Eu vestia uma calça bege bem colada, o que deixava minha bunda em destaque, e uma blusa branca e bem sexy naquela noite em especial. Como meu marido recomendou que se surgisse uma oportunidade ele queria ser corno naquela mesma noite, eu, muito safada não estava usando sutiã.

Naquele roça-roça fiquei com tesão e meus mamilos durinhos. O marido da minha amiga, percebendo minha excitação começou a alisar meus seios por cima da blusa, e logo pediu pra tocá-los e eu permiti. Ele desabotoou dois botões da minha blusa e sutilmente tocou meus seios. Com isso, dava para ele se deliciar vendo e tocando neles.

Eu tentei ficar o mais comportada possível, mas sua respiração junto do meu pescoço me fazia arrepiar toda, e eu acabava deixando ele fazer tudo o que ele tivesse vontade, pois estávamos com pouca luz, meio que escuro e não dava para minha amiga nos ver direito. Tentei me fazer de difícil dizendo que eu era casada e que sua mulher era minha amiga e estava logo ali perto.

Ele falou no meu ouvido:
- Você não me quer?
- Claro que quero! - respondi. - Mas ainda não é a hora!
Ele então me segurou com mais força, me apertando contra seu corpo, para que assim eu sentisse como ele estava com muito tesão.

Realmente fiquei louca com aquele enorme volume que senti roçando em mim, bem na altura da minha buceta, fazendo ela ficar acesa, pegando fogo. Não satisfeito ele colocou minha mão em seu cacete, pra eu sentir como ele estava duro e eu, agindo como uma safada que sou, abri seu zíper e tirei seu pau delicioso para fora, e comecei a alisar bem gostoso aquele mastro quentinho, já começando a babar.

Depois desse momento retornamos à nossa mesa pra evitar que sua mulher suspeitasse de alguma coisa, assim pensava eu. Ficamos trocando de lugar, ora ele dançava com ela, ora comigo, e depois de muitas bebidas resolvemos voltar pra casa.

Depois das duas da manhã, saímos da boate, e ele sugeriu que eu dormisse em sua casa, já que meu marido estava viajando e eu iria dormir sozinha. Minha amiga reforçou o pedido dizendo que iríamos nos divertir muito, e eu, como estava cansada e cheia de tesão por aquele homem, nem pensei duas vezes. Aceitei de cara.

Assim que chegamos em sua casa, ela, dizendo que estava com muito calor, foi logo tirando a roupa e ficando completamente pelada. Em seguida ela começou a tirar a roupa do marido, camisa, calça, cueca, fazendo surgir diante de mim uma rola deliciosa, dura e babada, que ela logo levou à boca e começou a chupar.

- Vem, me ajuda... eu sei que você tá com água na boca... chupa comigo! - minha amiga disse e me ofereceu a pica do marido.
Eu logo me pus de joelho e ficamos as duas chupando aquele belo pau.

Enquanto eu chupava, ela começou a me despir. Tirou minha blusa, liberando meus seios e começou a chupá-los. Eu estava adorando tudo aquilo, pois tudo era novidade pra mim. Daí ela pediu pra eu ficar de pé, e seu marido começou a me beijar.

Que delícia beijar aquela boca! Enquanto isso minha amiga tirava minha calça, e depois minha calcinha já toda molhada. Minha buceta estava escorrendo. Logo ela ergueu minha perna e caiu de boca na minha xoxota meladinha, e começou a me chupar feito louca.

Eu somente gritava e gemia de tesão:
- Huummmmmmm, haaaaaaaaaa... delícia... deliciaaaaa!
Nossa!! Que diversão maravilhosa! Eu estava louca pra ser fodida, chupada, comida, e tudo mais que eles quisessem fazer comigo.

Depois ficamos, as duas, de quatro e apoiadas no encosto do sofá, e ele nos penetrava por trás, a mim e a ela, revezando nas nossas bucetas. Foi a primeira vez que recebi em minha rachinha a pica de outro homem, daquele gostoso, marido da minha amiga.

Eu estava louca por aquele pau também no meu cu, pois eu já era acostumada a ser enrabada pelo meu marido. Ele gosta muito e eu dou meu cuzinho pra ele algumas vezes por mês. Isso é rotina e peguei o gosto pela coisa e até gozo gostoso com um pau no cu.

Mas depois daquele rodízio de buceta, o marido da minha amiga a deixou de lado e me ajeitou de quatro, da maneira que ficava mais cômodo pra ele. Ele começou a me comer assim, puxava meus cabelos e batia em minha bunda, me chamando de vadia, puta, safada, gostosa. Eu gemia e pedia mais:

- Hummmmmmm... vai, safado... come sua putinha! Não era isso que você estava querendo? Então come gostoso essa buceta... fode sua putinha com essa rola gostosa!

Ele me fodeu forte por alguns minutos, depois me pediu pra deitar no chão, e na posição papai-mamãe, disse que desde o dia que me conheceu, estava doido pra me foder gostoso e encher minha buceta com seu leite.

Minha amiga ficou só olhando seu marido me comer. Eu estava realizando a fantasia do meu marido de se tornar corno, e aquilo que eu achava repugnante, outro homem comendo a buceta que só ele deveria comer, agora estava me dando o maior tesão.

Sentir a pica de outro homem dentro de mim era uma sensação diferente, mas muito gostosa, prazerosa mesmo, o que me fez gozar várias vezes até sentir seu gozo quentinho enchendo minha buceta.

O mais incrível é que após ele gozar dentro de mim, minha amiga se sentou no chão encostando a cabeça no assento do sofá e me mandou ajoelhar no mesmo assento, me forçou a encostar a minha buceta em sua boca pra sugar a porra do marido de dentro de mim.

E, com a boca já cheia de esperma, ela se levantou e me beijou na boca, dividindo comigo a porra que tinha na boca. Foi um beijo indescritível, pois foi meu primeiro beijo feminino e dividindo a porra daquele nosso macho que engolimos com muito prazer.

Depois do beijo ela me pediu pra eu me sentar como ela tinha feito. Aí foi a vez dela por sua buceta na minha boca pra eu sentir o delicioso gosto do seu mel. Aquele macho delicioso tinha duas fêmeas à sua disposição, mas ele preferiu comer a mim, talvez por já estar cansado de comer a esposa, e uma carne nova sempre desperta mais o apetite.

Depois de recomposto ela mesma preparou meu cuzinho pro marido, lambendo, chupando e enfiando dois ou três dedos nele, deixando ele meladinho e laceado. Agora sim, fiquei de quatro e ele foi empurrando seu mastro sem dificuldade, depois foi jogando seu peso todo em cima de mim até eu me deitar.

Com seu peso em minhas costas ele travou suas pernas nas minhas, colocou suas mãos embaixo dos meus braços e me segurou pelos ombros. Eu estava literalmente presa embaixo dele que começou a me foder de uma maneira muito gostosa.

Eu sentia seus movimentos de quadril e sua pica entrando e saindo do meu rabo. Ele me penetrava fundo e com força e seus vinte centímetros de pica me fazia sentir uma dorzinha bem lá no fundo. Eu fazia força pra relaxar meus músculos anais para permitir que sua pica entrasse o mais fundo que pudesse.

Senti seu pau latejando e ficando mais grosso. Eu sabia que seu gozo estava próximo, e não demorou pra eu sentir sua porra jorrar bem lá no fundo. Se eu soubesse que ter em mim a pica de outro homem era tão maravilhoso, eu teria feito a vontade do meu marido há mais tempo.

Depois de uma meia hora sobre mim ele tirou seu pau já mole do meu rabo, fomos todos pro banho pois já estava amanhecendo o dia e fomos dormir os três juntos na mesma cama, eu no meio, minha amiga de um lado e seu marido do outro.

Acordamos lá pelo meio dia, e seu marido me comeu mais uma vez. Com certeza eu iria sair da casa deles com a bucetinha inchada, toda vermelha e assada, e meu cuzinho esfolado pela pica do marido da minha amiga, pois metemos muito.

Almoçamos e depois eles me levaram em casa. Pedi segredo, que meu marido jamais soubesse daquela nossa transa. Eles concordaram, com a condição de que eu continuasse transando com eles. Claro que aceitei, e nossas transas continuaram, e eles pensando que o meu marido era corno e não sabia das minhas traições.

Mal sabiam eles que a ideia de trepar com outro macho foi ideia dele, e eu contava tudo e com todos os detalhes pra ele. Agora só faltava eu arrumar um macho pra me foder diante dele como ele queria. Aí sim, sua fantasia estaria completa. Mas essa é outra história que vou relatar depois.

Conto de Mayara Nascimento.

Gerontofilia - atração por pessoas mais velha - fetiche

Gerontofilia (grego:Geron, que significa velho; e philie, amor) é uma parafilia que consiste na atração sexual por pessoas idosas. Algumas mulheres jovens, geralmente adolescentes, apaixonam-se facilmente por homens mais velhos. A atração dos jovens para mulheres mais velhas é frequentemente causada pela falta de confiança nas suas capacidades sexuais. A gerontofilia é normalmente associada a um transtorno mental na infância. Nas origens de gerontofilia está a perceção pela criança de um adulto como o seu ídolo, modelo de referência ou herói. Muitas vezes, as crianças tentam compensar por conta própria a falta de atenção, ausência de relações com os pais e a falta de cuidado por parte dos adultos. Este aspeto é por vezes especialmente notável em adolescentes. Gerontofilia é baseada em distúrbios de comunicação e é muitas vezes combinada com tendências masoquistas, desejo de ter uma relação humilhadora e a necessidade de subordinação sem direito à vontade própria. Os gerontófilos preferem como parceiros pessoas idosas, ou, pelo menos, pessoas significativamente mais velhas. A psicanálise considera a gerontofilia manifestação do complexo de Édipo – atração reprimida pelo pai ou pela mãe. A psicoterapia e os métodos de psicanálise ajudam a lidar com este tipo de atração. 
Algumas mulheres jovens, geralmente adolescentes, apaixonam-se facilmente por homens mais velhos.
A atração dos jovens para mulheres mais velhas é frequentemente causada pela falta de confiança nas suas capacidades sexuais.
A gerontofilia é cientificamente é dita como associada a um transtorno mental na infância.
Muitas vezes, as crianças tentam compensar por conta própria a falta de atenção, ausência de relações com os pais e a falta de cuidado por parte dos adultos.
Gerontofilia é baseada em distúrbios de comunicação e é muitas vezes combinada com tendências masoquistas, desejo de ter uma relação humilhadora e a necessidade de subordinação sem direito à vontade própria.
Os gerontófilos preferem como parceiros pessoas idosas, ou, pelo menos, pessoas significativamente mais velhas.
A psicanálise considera a gerontofilia manifestação do complexo de Édipo – atração reprimida pelo pai ou pela mãe.
Fonte: Kaul A, Duffy S, « Gerontophilia--a case report », Med Sci Law, April 1991, 31(2), p. 110-114.


primas a participar também. Amo ver meu marido comendo minhas irmãs, bem como Sou uma jovem mulher, casada, em relacionamento aberto, e que amo o exibicionismo e o vouyer. Sou bi, amo uma buceta peluda e também um homem com uma bela pica. Meu marido também é bisexual e pode ou não participar. Temos muitas fotos nossas, e vamos postando devagar, junto com alguns vídeos. Amo sexo em família, especialmente depois que convenci minhas irmãs enossas amigas e colegas de trabalho. Temos fetiche também por pés, e amo exibir os meus e de minhas irmãs, amigas e primas também. Troco vídeos e fotos por e-mail meus amores. Gostaria muito de receber vídeos de belas punhetas, siriricas, penetrações e muita porra. Meu e-mail pessoal é: juniadrumond19@rocketmail.com

Espero contato de vocês! Eu e meu marido vamos amar conhecer mais de vocês e que vocês nos conheçam mais também.

Beijos...

Júnia e Fábio

I am a young woman, married, in an open relationship, and I love exhibitionism and vouyer. I'm bi, I love a hairy pussy and also a man with a beautiful pica. My husband is also bisexual and may or may not attend. We have lots of photos of us, and we are posting slowly along with some videos. I love family sex, especially after I convinced my sisters and cousins to attend as well. I love seeing my husband eating my sisters, as well as our friends and co-workers. We also have fetish feet, and I love showing mine and my sisters, friends and cousins as well. I change videos and photos by email my loves. I would love to receive videos of beautiful punhetas, syriricas, penetrations and lots of cum. My personal email is: juniadrumond19@rocketmail.com

I look forward to hearing from you! My husband and I will love to know more of you and that you know us more too.

Kisses

Júnia and Fábio
     

fica em casa no telegram do exibicionismo





Meu cunhado é meu amante!

Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m de altura, 28 anos, 58kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível, não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos "presenteia".

Me casei muito jovem com o Carlos, mesmo contra a vontade dos meus pais. Eu estava começando meu curso de medicina, e tinha na época apenas 18 anos e o Carlos 27. A construtora, como de praxe, não cumpriu o prazo de entrega do nosso apartamento, e por insistência da minha sogra, fomos morar com ela até o término da obra. Sabe como é mãe, não quer ficar longe das suas crias de jeito nenhum.

Confesso que fiquei meio receosa no início, mas aos poucos percebi que a dona Ana era uma pessoa maravilhosa. Morávamos na casa eu, o Carlos meu marido, o Dinho, meu cunhadinho adolescente e minha sogra, já que meu sogro era falecido.

Meu marido e minha sogra saíam cedo pro trabalho e só voltavam à noite. O Carlos trabalhava em uma multinacional e minha sogra na época tinha uma loja de artigos femininos em um shopping na cidade.

O Dinho e eu estudávamos à tarde. Então ficávamos nós dois na casa no período da manhã, salvo duas vezes por semana, que vinha uma diarista para fazer a limpeza mais pesada da casa.

O Dinho, ao contrário do meu marido que era e continua sendo um gato até hoje, na época era um garoto magro, meio franzino, com o rosto cheio de espinhas, super tímido. O Dinho, na verdade, era o patinho feio da família, mas era um amor de menino, sempre disposto a me ajudar em tudo que eu precisava, aliás, naquela casa eu era tratada por todos como uma princesa.

Com o tempo fui percebendo que quando eu usava minissaia, ou uma camiseta mais cavada, onde mostrava parte dos meus seios, ou até mesmo um short de lycra que ressaltava o relevo da minha bucetinha, o Dinho sempre ficava me observando pelos cantos da casa.

Cansei de vê-lo tentando esconder o volume que formava sobre sua bermuda e depois disfarçadamente ele corria pro banheiro se aliviar numa punheta, coisa de meninos. Confesso que me divertia com aquilo, e até gostava de ser sua musa inspiradora.

Certo dia eu estava com uma minissaia bem curtinha e uma camisetinha regata um pouco folgada que peguei do meu marido. Notei que meu cunhadinho, da sala, me cuidava disfarçadamente. Então, para dar vazão às suas fantasias, fui até um canto da cozinha, enrolei minha calcinha e a enterrei no meu reguinho, deixando minha bundinha totalmente livre e parte da minha bucetinha mostrando, pois a calcinha entrou no meio separando-a em duas partes.

Fingi não percebê-lo, me abaixei na pia da cozinha fazendo de conta que eu estava arrumando as panelas e empinei minha bundinha o máximo que pude para facilitar sua visão. Fiquei um tempo naquela posição, imaginando a cara do meu cunhadinho me vendo daquele jeito.

Após algum tempo, me levantei sem olhar pra trás, dei alguns segundos para meu cunhadinho se recuperar e voltei pra sala. Meu cunhadinho estava pálido com as mãos sobre o pau tentando esconder sua ereção ainda não acreditando no que ele tinha visto.

E, para provocá-lo ainda mais, me ajoelhei na sua frente fingindo procurar umas revistas na mesa de centro e meus seios ficaram totalmente expostos ao seu olhar. Peguei uma revista e me sentei no sofá, fingindo que estava concentrada na leitura, mas só observando sua reação.

Não deu outra. Meu cunhadinho disfarçadamente correu para a lavanderia que ficava num quartinho nos fundos da casa. Dei um tempo, e sem fazer barulho, fui expiar o que meu cunhadinho estava fazendo.

O Dinho, pensando que eu estava na sala lendo, se descuidou um pouco e pude ver ele de costas se masturbando. Fiquei num canto da janela, mas de onde eu estava só dava pra ver seus movimentos. Não sei porque, mas eu estava louca de curiosidade para ver seu pauzinho.

De repente tive uma surpresa e tanto. Quando ele se virou de lado, eu pude ver que de pauzinho ele não tinha nada, pois a pica dele era bem maior e mais grossa que a do meu marido, que media uns 16cm.

Meu deussss!!!! O Dinho se masturbava cheirando uma das minhas calcinhas que estavam para lavar. De repente o Dinho se encolheu e vi várias golfadas de porra saindo do seu pênis enorme. Confesso que eu não pensava que um menino raquítico como ele pudesse ter uma ferramenta tão grande.

A partir deste dia, sempre que eu estava transando com meu marido eu pensava no pau do meu cunhadinho e gozava como louca.

Sabendo que meu cunhadinho se acabava na punheta cheirando minhas calcinhas, resolvi provocá-lo ainda mais, e toda vez que eu ia tomar meu banho, antes, eu me masturbava e deixava minhas calcinhas bem molhadinhas pro meu cunhadinho cheirar e me homenagear.

Eu estava louca de vontade de dar pro meu cunhadinho, mas isso não passava de uma fantasia, pois naquela época eu nunca teria coragem de trair meu marido. Além disso, eu não sabia qual seria a reação do menino se eu me oferecesse pra ele. Portanto, desisti desta ideia. Mas sempre que eu fazia uma chupeta pro meu marido eu imaginava o pau do Dinho na minha boca.

Com o tempo fomos pegando intimidade e meu cunhadinho foi se soltando cada vez mais. Agora quando eu ia recolher as roupas para lavar, eu percebia que minhas calcinhas estavam meladas de porra no meio. O danadinho gozava e se limpava nelas.

Certo dia quando entrei no banheiro, peguei no flagra meu cunhadinho se masturbando e cheirando uma das minhas calcinhas. Fingi estar indignada com aquilo e disse aos gritos:

- O que é isso, Dinho? Imagine se seu irmão descobre o que você anda fazendo? Pensa que não percebi minhas calcinhas todas gozadas quando vou lavar elas? O que sua mãe vai fazer com você quando eu contar a ela esse atrevimento?

O pau do meu cunhadinho murchou na hora com o susto, e notei que mesmo mole ele continuava grande.
Meu cunhadinho, trêmulo e de cabeça abaixo, só balbuciava umas desculpas, quase chorando de vergonha, pedindo pelo amor de Deus para que não contasse pra sua mãe e seu irmão.

Acho que fui muito convincente na minha encenação, e pra acabar de vez com meu cunhadinho, fingi estar inconformada e, chorando, entrei no meu quarto batendo a porta com força.
Dentro do meu quarto eu ria por dentro, lembrando a cara do meu cunhadinho na hora do flagra.

Me deitei na minha cama, afastei minha calcinha pro lado e comecei a me masturbar pensando na cena que eu tinha presenciado há pouco e gozei bem gostoso. Não demorou e meu cunhadinho bateu na porta pedindo pra conversar comigo.

Esfreguei as mãos nos meus olhos, fui até o espelho e vi que estavam bem vermelhos. Em seguida abri a porta com uma cara de quem tinha chorado muito e disse:
- O que você quer de mim, Dinho? Como você acha que estou me sentindo vendo você se masturbar cheirando minhas calcinhas?

- É sobre isso que quero falar com você, Ângela! - ele disse com a voz bem baixa - Me desculpe! Isso não vai mais acontecer! Juro por Deus, por favor, não conte pro Carlos e nem pra minha mãe! Eles vão me matar.
Nesta hora percebi o quanto meu cunhadinho estava perturbado.

Então resolvi amenizar a situação, mas mantendo ele em minhas mãos.
- Não é melhor você transar com sua namoradinha em vez de ficar se masturbando cheirando minhas calcinhas? - eu perguntei a ele, com a voz ainda séria.
- Eu nunca tive uma namorada, Ângela! E mesmo que eu tivesse, seria muito difícil pra mim devido ao meu medo de não conseguir fazer direito! - disse meu cunhadinho.

- Então quer dizer que você ainda é virgem? - perguntei aparentando surpresa.
- Você não vai rir de mim, vai? - ele perguntou.
- Claro que não, seu bobo!! - eu disse.
- Eu nunca estive com uma mulher! Não tenho muita sorte com as meninas! O que sei sobre sexo é o que vejo na internet, revistas e filmes pornôs. Então, quando você veio morar com a gente, ao ver suas calcinhas no cesto de roupas sujas, não resisti e comecei a bater punheta cheirando elas.

- Hummmmm... você pensa em mim quando está se masturbando? - eu perguntei.
Gaguejando, meu cunhadinho disse que pensava sim, e pediu novamente pelo amor de Deus para eu não contar pro seu irmão. Ele me fez jurar que eu não contaria.
Para ganhar novamente a confiança do meu cunhadinho eu disse:

- Dinho, a partir de hoje esse vai ser nosso segredo! E se você continuar bonzinho comigo, prometo que vou te ajudar a perder o medo de mulher! Você só precisa ser confiante, pois material você tem de sobra. Portanto, agora quero que continue o que estava fazendo quando entrei no banheiro.

Meu cunhadinho, vermelho de vergonha, disse:
- Agora, Ângela?? Na sua frente?
- Claro, na minha frente!! - eu disse - Não precisa ter vergonha de mim, tá bom? Vai ser nosso segredo, lembra?

Como meu cunhadinho estava travado de medo, eu disse:
- Vou te ajudar!! Mas você não pode me tocar, tá bom?
Meu cunhadinho ficou sentado no pé da cama. Eu subi até a cabeceira, me sentei e abri minhas pernas, ficando totalmente exposta ao olhar hipnotizado do Dinho, que imaginava o que teria por baixo da minha calcinha.

Ele fez uma cara de espanto quando puxei minha calcinha de lado e pela primeira vez na vida ele via uma bucetinha tão de perto.
Seu pau estava enorme dentro da bermuda e então eu pedi pra ele tirar pra fora e me acompanhar numa masturbação.

O Dinho abaixou a bermuda liberando aquele cacete de dar inveja a muitos homens formados. Meio tímido ele começou alisando seu pau, enquanto eu gozava com meus dedos atolados na minha bucetinha, ao mesmo tempo em que eu via meu cunhadinho timidamente com aquele pau enorme se masturbando na minha frente.

Quando gozei, retirei minha calcinha lentamente e enfiei parte dela na minha raxinha toda molhada. Quando umedeceu, a tirei bem devagar e joguei ela pro meu cunhadinho, que a agarrou como um desesperado, esfregando no nariz e sentindo meu cheiro. Em poucos segundos ele gozou, disparando esperma por toda minha cama.

Para sentir seu gosto, eu molhei os dedos na sua porra e os levei à minha boca, chupando até ficarem limpinhos. O Dinho, mesmo tendo gozado, continuava com o pau duríssimo apontando pra mim e me pediu:
- Ângela, deixa eu por meu pau pelo menos um pouquinho na sua bucetinha?

- Não, Dinho!! Você não pode por seu pau na minha bucetinha! Seria uma traição com seu irmão. E além do mais, estamos sem preservativos! Imagina se eu fico grávida? - eu respondi.
- Me deixa por na sua bundinha então! - ele perguntou, já mais solto.

- Você está louco, seu safadinho? - eu disse sorrindo - Não aguento com o pau do seu irmão que é menor e mais fino! Imagina aguentar essa tora no meu cuzinho? E o que vou dizer pro seu irmão quando ele perceber que meu cu está todo arrombado? Se controle, seu malandrinho... tá bom?

Confesso que eu tive vontade de dar minha bundinha pro meu cunhadinho, mas era uma missão impossível, já que todas as tentativas do seu irmão em comer meu cuzinho acabavam em desistência, pois eu sentia muita dor.

O Dinho continuava alisando seu pau com um olhar pidão na minha bucetinha, pois eu continuava sentada com as pernas escancaradas na sua frente.
Me deu uma peninha dele, e então resolvi ceder um pouco, já que eu tinha chegado até ali.

- Dinho, você quer tocar na minha bucetinha? - perguntei com uma voz extremamente sexy.
- Claro que sim, Ângela!!! - disse meu cunhadinho radiante de alegria.
- Presta atenção!!! Vai ser só esta vez, tá bom? - eu disse.
Meu cunhadinho parecia hipnotizado na minha bucetinha, e começou a me tocar com a mão meio trêmula e foi apalpando até empalmar e apertá-la, quase machucando.

- Devagar!! - eu disse - Se quiser agradar as mulheres, tem que tratá-las com carinho.
Peguei sua mão e a guiei até meu grelinho e fui ensinando a massageá-lo. Meu cunhadinho aprendeu rápido e quando ele enfiou os dedos na minha bucetinha e começou a me foder com a mão, eu não aguentei e tive o meu primeiro orgasmo com meu cunhadinho me tocando.

O Dinho retirou seus dedos da minha buceta e levou à boca para sentir meu gosto. Meu deusssss!!! Eu estava até tonta de tesão. Ele se deliciou tanto com meu néctar que resolvi ceder um pouco mais e perguntei:
- Quer chupar minha bucetinha, quer?

- Tudo que eu quero neste momento é chupar sua buceta, Ângela. Deixa... vai, por favor!
- Tá bom, então vem experimentar a primeira bucetinha da sua vida, vem! - eu disse, já empurrando sua cabeça pro meio das minhas pernas.

Meu cunhadinho neste momento não lembrava nada daquele menino tímido do começo do conto. Ele me chupava tão afoito que às vezes eu pensava que ele ia me virar aos avessos.
- Vai com calma, Dinho!!! Lembra quando falei que mulher gosta com carinho?
- Me desculpe! Não vou me esquecer mais, prometo.

Agora bem mais calmo, meu cunhadinho me chupava maravilhosamente bem. Ele enfiava a língua bem fundo na minha bucetinha, e depois mordia carinhosamente meu grelinho. Confesso que eu estava orgulhosa, pois ele estava se mostrando um ótimo aprendiz, e com certeza, a partir daquele dia, ele ia se tornar um excelente amante.

Eu, como uma boa professora, segurava sua cabeça e esfregava minha buceta na boca do meu cunhadinho, que com competência, me retribuía em forma de prazer.
Sua língua deliciosa me levava à loucura, e estava quebrando todas as barreiras que existiam entre nós.

De repente uma onda de calor começou a percorrer meu corpo como se eu estivesse recebendo uma descarga elétrica. Então comecei a gritar desesperada.
- Meu deusssss!!! Não para, Dinhoooooo!!! Eu vou gozarrrr! Aiiiiii... que delícia... Uuuiiiiiii!!!!!

Puxei a cabeça dele contra minha buceta e meu corpo não parava de tremer, despejando uma cascata de líquido na boca do meu cunhadinho, que sugou até a última gota do melhor orgasmo que tive até o momento na boca de um homem.

Quando me recuperei, percebi que eu continuava prensando a cabeça do meu cunhadinho contra minha buceta. Então o soltei e comecei a acariciar sua cabeça e passando a mão por seu rosto meio assustado, mas ao mesmo tempo realizado e feliz por ter satisfeito uma mulher em sua primeira vez. E com um detalhe, sem haver penetração.

Tive alguns namorados antes de me casar com o Carlos, mas nem um deles me fez gozar tão gostoso como meu cunhadinho. Talvez seja pela forma que aconteceu. Talvez seja pelo fruto proibido. Só sei que foi maravilhoso pra mim.
Puxei meu cunhadinho pra junto de mim e abracei forte seu corpo franzino, elogiando seu desempenho.

Dei um selinho carinhoso em seus lábios e disse que eu retribuiria da mesma forma o prazer que ele tinha me proporcionado.
Me deslizei até seus pés e quando abaixei sua bermuda, percebi que meu cunhadinho tinha gozado sem se tocar, mas seu pau continuava extremamente duro.

- Você gozou enquanto chupava minha buceta, safadinho? - eu perguntei sorrindo.
- Gozei sim, Ângela! Pela primeira vez com uma mulher! - ele disse todo orgulhoso.
- Então agora, vou fazer você gozar novamente, tá bom? - falei e peguei aquele pau enorme, todo melado de porra e pus na boca, sugando todo o esperma que estava nele e deixando limpinho.

Comecei lambendo aquela cabeçona de rola que mal cabia na minha boca. Eu achava desproporcional o tamanho daquele cacete para um garoto franzino como o Dinho. A natureza realmente tinha sido generosa com ele naquele quesito. Meu cunhadinho gemia enquanto eu sugava seu pau.

Eu brincava com minha língua naquela cabeçona, e depois engolia o quanto podia, dando mordidinhas no corpo daquele cacete. Eu engolia novamente, e de vez em quando brincava com seus testículos, e depois voltava pra cabeça novamente. Quando abocanhei seu pau o máximo que pude, meu cunhadinho, por instinto, forçou o seu pau ainda mais na minha boca, atingindo minha garganta.

Meu deussss!!! Me engasguei e quase vomitei. Então, com uma mão, segurei seu cacete enquanto chupava só a parte que sobrava, controlando suas investidas. Eu descia com a língua até seu saco e chupava levemente. Depois eu colocava suas bolas na minha boca, brincava um pouco e depois voltava chupando até chegar à cabeça e engolia novamente.

Que mamada mais gostosa eu estava dando naquela pica. Quando novamente eu abocanhei seu pau, e comecei a punhetá-lo, meu cunhadinho não aguentou e inundou minha boca de porra, sem antes me avisar.
Quando pensei que tinha acabado, fui reclamar por ele não ter me avisado e fui surpreendida por mais uma golfada que atingiu meu rosto.

- Ohhhhh!!! Desculpa, Ângela!!! - disse meu cunhadinho - Não deu tempo de avisar.
Olhei pra ele com a cara e a boca cheias de porra. Ele estava se deliciando me vendo daquele jeito.
Abri a boca para mostrar a quantidade de porra que estava nela e engoli. Limpei com a mão um restinho de porra que escorria pelo meu rosto, e levei até minha boca, lambendo minha mão e deixando-a limpinha.

Sorri pro meu cunhadinho dizendo que ele estava desculpado e voltei para limpar os vestígios de porra que restava no seu cacete.
Eu estava louca de vontade de sentir aquele pau dentro de mim, mas na minha cabeça já tínhamos ido longe demais.

A partir desse dia o Dinho era outra pessoa. Ele não ficava mais escondido pelos cantos me cuidando. Sempre que estávamos a sós em casa, ele me confidenciava seus segredos. Algum tempo depois o Dinho arranjou uma namoradinha no colégio e perdeu a virgindade com ela em um dia que ele foi fazer trabalho escolar na casa dela e os pais dela tinham saído.

Enquanto morei com minha sogra, sempre que eu estava carente, me consolava com a língua deliciosa do meu cunhadinho na minha bucetinha. Depois eu retribuía com uma bela chupada naquela vara que me dava tanto prazer, mesmo sem nunca ter havido penetração entre nós.

Quando nosso apartamento ficou pronto, confesso que senti falta das chupadas que meu cunhadinho me dava e das gozadas que enchiam minha boca de porra.
O tempo passou e meu cunhadinho se tornou um homem muito atraente, não lembrava quase nada daquele menino raquítico de tempo atrás.

O Dinho se casou com a Cristina, uma loira lindíssima. Meu marido Carlos vivia fazendo brincadeiras com ela. Pra mim eles tinham um caso, e eu remoía de ciúmes por dentro. Então comecei a seduzir meu cunhado novamente, e desta vez nossos encontros só não rolava sexo anal porque eu ainda não aguentava seu pau no meu cuzinho. Mas pro meu marido eu liberava de vez em quando.

Sempre que meu marido viajava a negócios, eu me encontrava com o Dinho. No começo nos encontrávamos em motéis, mas com o tempo, passamos a nos encontrar em casa mesmo.
Bastava meu marido viajar e o Dinho inventava uma partida de futebol pra sua esposa e ia pra minha casa onde, após uma chupada deliciosa, ele arrombava minha buceta com seu cacete enorme.

Minha bucetinha já não era a mesma depois que comecei a dar pro Dinho. Cada sessão de sexo com meu cunhadinho eu tinha que ficar pelo menos dois dias sem dar pro meu marido pra ele não desconfiar.

Se você gostar do conto, vote e deixe seus comentários. Se eu gostar das safadezas que vocês escreverem eu entro em contato.

Mas, o que é preciso para ser uma Acompanhante, Sugar Baby ou Camgirl?   Não basta somente ter uma boa webcam ligada a seu computador ...